A Fuga
Esquece o tempo
e se veste em boaventura,
viva o momento,
Em meio a loucura,
aventure-se, lançando-se,
aos ventos contagiantes,
necessários e contingentes,
Feche os olhos e sinta
a firmeza que sustenta
os abalos constantes,
indo de encontro
aos ciclos viciantes
do ritmo do ponteiro,
tirando a exatidão do movimento,
numa relatividade que abraça,
ora de dentro pra fora,
ora das extremidades ao epicentro.
Veja a vida como um espiral
e perca-se em suas voltas,
tenha a força centrífuga ideal
Para lançar-se em suas órbitas,
rompendo a redoma de espelho
que adorna as suas horas,
Encontre-se além de si mesmo,
nesse tempo fugaz.
e se veste em boaventura,
viva o momento,
Em meio a loucura,
aventure-se, lançando-se,
aos ventos contagiantes,
necessários e contingentes,
Feche os olhos e sinta
a firmeza que sustenta
os abalos constantes,
indo de encontro
aos ciclos viciantes
do ritmo do ponteiro,
tirando a exatidão do movimento,
numa relatividade que abraça,
ora de dentro pra fora,
ora das extremidades ao epicentro.
Veja a vida como um espiral
e perca-se em suas voltas,
tenha a força centrífuga ideal
Para lançar-se em suas órbitas,
rompendo a redoma de espelho
que adorna as suas horas,
Encontre-se além de si mesmo,
nesse tempo fugaz.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Balanço de Palma de Cera Quindío
Percebi galeanamente
na própria pele o efeito
do que são as veias abertas
da nossa América Latina,
Embora se misture …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Ipês seguimos
O tempo propício chegou
de um mostrar o quanto um
pelo outro sempre esperou;
e nada nos dessacralizou.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Pétalas do Ipê-amarelo
O amor é reconhecido
independente da origem,
da vestal, do disfarce
e do idioma que ele fale.
Para o amor não existe
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Almas que sangram
O sangue que corre, tinge da cor do rubi
a alma traiçoeiramente ferida.
Agoniza em dores, um amor.
As paredes se fecham, o …
A poesia de JRUnder