Língua preta, pulmão negro, enema de espírito.

Bastão branco que me acaba. Chama que mata.

Suéter cinza que eu visto. Sinto-me um fantasma

Vagando e vagando por vidas, sem toca-las.

O tempo nos trata como um fantoche mudo.

E tudo que podemos fazer, é nos sentir esmagados.

Quando me dou conta, estamos todos morrendo sobre o céu azul.
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