Morte e Borboletas
Entre a cruz e a espada sempre velaremos as mágoas.
Morrer, morrer e morrer e sem levar nada.
Passamos por etapas vestidos de vida para nos despir dela, no final.
Passamos e entregamos as roupas da vida para coisas e pessoas de forma banal.
Essa vida, essa nossa vida que passar.
Passamos ela num pedral.
Onde as marcas do ferro nos fazem ser quem somos.
Se nada importa no final, o destino sempre será fatal!
Se estamos de fato destinados a um final.
Que essa vida que passa seja vivida de forma banal!
Como a banalidade do voar das borboletas.
Carol Albuquerque
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