O último amor

Estávamos brigando e ele vai embora

Horas se passam

Meu telefone toca, era ele, pede que eu vá a porta

Ao abrir, vejo em suas mãos meu doce preferido

Pensei ‘’como pode alguém me conhecer tão bem, agora estou aqui... parada na porta’’

Olho em seus olhos, sinto que somos apenas nós no mundo

Ele entra, me beija

E percebo que quero aquilo todos os dias

Nós nos amamos

Em seguida nos abraçamos

E então, vestidos, ele se ponha a sentar em uma cadeira de balanço e eu sento em seu colo

O tempo parou, nossos corações se tornaram apenas um

Mas ele tem que ir

E toda a minha fantasia acaba

Meses se passam

Sinto saudades, não da pessoa, e sim da singularidade.



-Talita Gonçalves
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