Sangue matinal

Tenho muito sono de manhã 

Esqueço o amor daquela noite 

Que amanheceu na cobardia 

De não encarar de frente o novo dia


Tenho mil coisas solitárias 

Panfletária natureza isolada

Um milhar de sonhos de concretização negada


Vem para mim amor dessa matina

Deixa eu acordar 

Devolve essa sina 

Qualquer palavra tua para vestir 

Aquecer esta alma nua

Haja sangue na na rua


Haja sirene, o homem do Leme

Olhar fito naquilo que teme,

Olhar perdido no que há por vir
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