Sangue matinal
Tenho muito sono de manhã
Esqueço o amor daquela noite
Que amanheceu na cobardia
De não encarar de frente o novo dia
Tenho mil coisas solitárias
Panfletária natureza isolada
Um milhar de sonhos de concretização negada
Vem para mim amor dessa matina
Deixa eu acordar
Devolve essa sina
Qualquer palavra tua para vestir
Aquecer esta alma nua
Haja sangue na na rua
Haja sirene, o homem do Leme
Olhar fito naquilo que teme,
Olhar perdido no que há por vir
Esqueço o amor daquela noite
Que amanheceu na cobardia
De não encarar de frente o novo dia
Tenho mil coisas solitárias
Panfletária natureza isolada
Um milhar de sonhos de concretização negada
Vem para mim amor dessa matina
Deixa eu acordar
Devolve essa sina
Qualquer palavra tua para vestir
Aquecer esta alma nua
Haja sangue na na rua
Haja sirene, o homem do Leme
Olhar fito naquilo que teme,
Olhar perdido no que há por vir
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*