Noites Sombrias

 
Noites Sombrias

Nas noites sombrias um uivo longo

Que procura nas noites a lua
Brilhante e nua
Ao triste uivo eu não respondo 

No ar uma tenebrosa indolência
Cai no chão a leve pluma
Apenas uma
A coruja pia na mais completa inocência 

Reza a lenda toda a sua ferocidade
Dos dentes que amarelos rangem
Mas não restringem
As luzes brancas vindas da cidade 

Dorme criança

Que cedo ou tarde noite sombria se evadi
E a historia chega ao fim
Então assim
Finalmente chega a hora da verdade. 

Alexandre Montalvan
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