Quinta dissonante
Estou na casa que não tenho.
Vou para a rua e seu desdenho?
Ó Amores, eu nunca vos tive.
Ó mãe, perversidade às escuras,
Ó filhos que nunca mantive
Ó estrelas escuras, razões obscuras,
Meu céu noturno, firmamento
Que não ouço teu negro vento.
Rodeado de pressões,
Atentamente ignorado.
Plaino povoado de gente,
Ora ora, epifania intermitente,
Ondas mil de sensações.
Nada há, São João passado,
Amnésia de ter provado rojões.
Plaino empedrado, não vamos cantar
A balada dissonante onde vamos parar
Oitavas e quintas, la quinte du loup.
Cactus ensimesmado, ausência de troupe.
Vou para a rua e seu desdenho?
Ó Amores, eu nunca vos tive.
Ó mãe, perversidade às escuras,
Ó filhos que nunca mantive
Ó estrelas escuras, razões obscuras,
Meu céu noturno, firmamento
Que não ouço teu negro vento.
Rodeado de pressões,
Atentamente ignorado.
Plaino povoado de gente,
Ora ora, epifania intermitente,
Ondas mil de sensações.
Nada há, São João passado,
Amnésia de ter provado rojões.
Plaino empedrado, não vamos cantar
A balada dissonante onde vamos parar
Oitavas e quintas, la quinte du loup.
Cactus ensimesmado, ausência de troupe.
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