Culpado
Ouço meus gritos como uma musica triste que não pára de tocar e não pára não e não pára de tocar não; vejo meus sonhos como um filme de terror que eu mesmo crie onde só há morte e sangue e morte e sangue e sempre mais morte e sangue; suspiro uma triste lembrança que recordo a casa vez que eu respiro, e isso já nem me cansa mais e apesar da pressa nem corro; depois, vejo-me, reconheço o que sou agora e choro e choro muito e muito choro; e assim ate ficar só, como o primeiro e único sorriso que a minha saudade levou; enfim! Sou a faca e o próprio peito que a se ferir.
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