Verso perdoado
Recordo: amanhã não, só depois de amanhã.
A luz que nos invade nem sempre está presente,
Assim como o pobre não sabe, e há muito está doente.
Ídolos, deuses e modelos, tê-los ou não tê-los,
O que não implica que estrela cadente
Atire a inação a um verso de antiga prelecção,
Ou episódios de destruição aos cravos da revolução.
O calor da tarde impele a sair,
A vontade continua a ser de partir,
E será a verde, aberta, janela,
Os ruídos de fora mais hoje, agora.
Por sua, grande, culpa, dela, janela de esperança.
Sem sensação sem noção esqueço e permaneço
Na interminável demora.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski