fora de alcance
Da Gnossienne não me agrada o número,
Húm-mero erguido, empurrado pela latência,
Enquanto a sonolência se agita na salvação do movimento,
E se recusa a esquecer os recortes da Torre da Igreja,
Que mirou num instante do entretanto,
Por quem os sinos rebatem insolentes?
Entre um despropósito e um Momento Insólito.
Como os que se puzellam no caleidoscópio do dia,
Entre chegada esperada e partida desalentada,
Esquecida renovação de uma esperança oca,
Desconvervação,
Irregulares, vocabulaire atypique,
Um ponto desgeoconsiderado, descida a pique,
Uma gaga situação, falha de conversa, pura tensão!
Uma pedra no caminho dos graníticos, tic tac, acabado,
Empedrado de íntimo desagrado.
Velha habitude sem fortitude,
Foge o sujeito da sombra de um predicado,
Sempre em Cassandra city profetizado, ora confirmado.
No meio do caminho há pombas em bando,
Que levantam que descolam, voo consonante,
Que encaro com impávido espanto, ex ante.
Fora da hora, jocosa Indiferença, poderosa presença,
Não é bando em desando nem exército de roedores
Que me levarão do langor santeiro, certeiro de si,
Sombra das flores ao sol, liar do bem te vi.
Eu estou bem aqui e é para ficar, oh, rachar, meus senhores
Meus langores, meus amores, ò dores que hão de vir,
Ó Portos de onde partir, ideias do advir, um corpo a exaurir
Até que o Enrugado acabado,
Finado de mim se desfaça, disperse,
Volte ao lugar donde vim sem mais que um muco,
E toda a placenta que assim protege, assim atenta.
Enquanto isso o relógio bate nas horas, ridículo cuco.
Esse cuco sado-maso é o maior maluco.
Húm-mero erguido, empurrado pela latência,
Enquanto a sonolência se agita na salvação do movimento,
E se recusa a esquecer os recortes da Torre da Igreja,
Que mirou num instante do entretanto,
Por quem os sinos rebatem insolentes?
Entre um despropósito e um Momento Insólito.
Como os que se puzellam no caleidoscópio do dia,
Entre chegada esperada e partida desalentada,
Esquecida renovação de uma esperança oca,
Desconvervação,
Irregulares, vocabulaire atypique,
Um ponto desgeoconsiderado, descida a pique,
Uma gaga situação, falha de conversa, pura tensão!
Uma pedra no caminho dos graníticos, tic tac, acabado,
Empedrado de íntimo desagrado.
Velha habitude sem fortitude,
Foge o sujeito da sombra de um predicado,
Sempre em Cassandra city profetizado, ora confirmado.
No meio do caminho há pombas em bando,
Que levantam que descolam, voo consonante,
Que encaro com impávido espanto, ex ante.
Fora da hora, jocosa Indiferença, poderosa presença,
Não é bando em desando nem exército de roedores
Que me levarão do langor santeiro, certeiro de si,
Sombra das flores ao sol, liar do bem te vi.
Eu estou bem aqui e é para ficar, oh, rachar, meus senhores
Meus langores, meus amores, ò dores que hão de vir,
Ó Portos de onde partir, ideias do advir, um corpo a exaurir
Até que o Enrugado acabado,
Finado de mim se desfaça, disperse,
Volte ao lugar donde vim sem mais que um muco,
E toda a placenta que assim protege, assim atenta.
Enquanto isso o relógio bate nas horas, ridículo cuco.
Esse cuco sado-maso é o maior maluco.
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