Ouvidos da mão
Há alguma coisa aqui dentro, cá dentro, apertada no peito que a pena, por hora, não consegui decifrar. Grito muito agora, mas nada chega aos ouvidos da mão. Só sei o que sinto e o que escrevo porque estou vivo e vejo! Fora isto mais nada - vou me deixar quieto num canto! Guardado como um presente mal querido, sepultado como silencio em uma cova
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