Titãs sem sapatos, atos e desacatos
So, mother fucker as barras são pesadas
As missões são erradas, de ré, luar escuro,
No fim nada distribuído fica preso ou puro,
O código está corrompido e tá tudo fodido.
O rap é um jogo de matar e rondar,
Ninguém nunca sabe onde vai dar,
Que a loira rola louca e chegou a hora.
Tu pensava? eu, qualquer, não era capaz,
Tu julgavas que era um so-mente rapaz,
Era um rapaz arruinado a chapar no papai
E ninguém pode dizer ou ousará dizer vai
É o nosso amor de chegar, festa, droga e brincadeira!
É, te falo da poeira que que está para vir!
Marés de poeira e zoeira de bebedeira,
Uma onda de areia nos Emiratos,
Ondas, pó, fugues sem dó nem sapatos,
Monhês de triste manhã antecedida
De noite, ainda menos, paus sem riste.
Não me importa quem sejas,
Não sei nem curo onde estejas,
Entende o que queiras, faz asneiras.
Os Titãs aguardam no subfloor
Vai lá e knock out that door,
Arranja uns grandes ombros para caminhar.
Vai e deixa rolar, vê lá onde vai dar.
Vai e deixa rolar, vê lá onde vai dar.
Canta, ode à va-gina na linha da partida.
Despedida do surdo em prol a um absurdo.
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