Uns de mármore, outros de mel
Tanto é o ódio que nos cobre como manto
Quanto é a vontade de ajudar, para nosso espanto
Queremos sangue de quem nos magoa
e assim boa vontade por aquele ferido,
como nós ferímos, assim salvamos.
Ou diga-se: alguns.
Uns de mármore, outros de mel
uns de fel, de basalto, de olhos no alto
seus sensores medem adentro terra
Aqueles que viram o telescópio para a vizinha,
os que preparam os filtros para o eclipse do Sol, total, que se avizinha.
Os crescidos e os grandes,
Especialmente as meninas.
Alguns já nascem grandes e destacam-se,
A sua presença com uma única qualidade
Que assusta, dá arrepios, aperto no peito,
Vontade de sorrir, ensejo de fugir,
Uns nem estão lá e estão, como um tufão.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski