Tudo, agora.
Essa enfermidade que me prostra no leito,
E que me faz delirar entre turbilhões de sonhos,
Talvez tenha cura no tempo, ou na decepção.
Talvez me mate aos poucos, por me consumir.
Talvez me leve apenas à essa doce loucura.
Afeta meus sentidos, por não te ver, não sentir seu toque,
Por não ouvir sua voz, por não me embriagar no seu perfume.
Afeta meus desejos, por precisar apenas de você.
Afeta meu futuro, por querer viver tudo, agora.
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