Espectral antixistência
Não há telefone que toque,
Não tem havido motivo para retornar uma chamada que não leva a nada.
Sou o ente que não se sente,
Aquele que apenas mente mentiras de parasita,
Aquele cuja guita já não grita mil vezes calada,
Abandonada comigo, no solilóquio de mim para o próprio.
Está explicado, agora vai ser apagado.
Apenas copiado para um texto assolado
De quem só dá má língua,
Vivendo espectralmente na míngua
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