O que posso oferecer-te eu?
Se não possuo o amor ingênuo das moças
Não tenho a juventude que desfrutas
Guardo a partida de viagens que não fizeste
O calor das noites que não viveste.
Eu que já experimentei da vida, os dessabores
Já provei a desventura de amargos amores
O que posso oferecer-te eu?
Além de noites febris de risos largos.
Afoguei-me na tua ternura
Eu, subitamente enlouquecida por ti
Posso oferecer-te o agora.
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D.S.
2019-10-08
Sem palavras... Um poema Espetacular. Parabéns. Podemos escrever poesias juntos... tenho um Blog. Entre em contato por gentileza; [email protected] Abraços...
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