Reencontro
No olhar infantil
Carrego meu pensar estudantil
Prendo-me nos gritos prazeroso
E liberto a voz arruinada.
Escarro lágrimas envenenadas
Da paixão interventiva
E com a fala viva,
Me expresso no poder de reviver
Ah!
Reviver…
Reviver na longínqua consagração
Caminhando até Maquela de Zombo
Clamar hei por libertação!
Mona ya Itombe…
Assim me chamam no eufemismo
Nem mesmo esquecido
Sinto o meu vier repreendido
Largo
No meu imaginar fícticio
Um explendido temor
Pois agora me sinto que existo
Num invólucro das resinas.
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