Reencontro
No olhar infantil
Carrego meu pensar estudantil
Prendo-me nos gritos prazeroso
E liberto a voz arruinada.
Escarro lágrimas envenenadas
Da paixão interventiva
E com a fala viva,
Me expresso no poder de reviver
Ah!
Reviver…
Reviver na longínqua consagração
Caminhando até Maquela de Zombo
Clamar hei por libertação!
Mona ya Itombe…
Assim me chamam no eufemismo
Nem mesmo esquecido
Sinto o meu vier repreendido
Largo
No meu imaginar fícticio
Um explendido temor
Pois agora me sinto que existo
Num invólucro das resinas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski