O Poema analfabeto.
As vezes as palavras de poema
Saem como balas de prata
Sem direção
Sem vírgula
Sem acento de exclamação
E submeter-lhe
A gramática ortográfica
É arrancar – lhe a emoção prática
Da concepção.
Ele se comunica como veio ao mundo
Sendo objeto para análise alheia e sua dedução.
Não cabe assim, vestir – lhe um terno de aceitação
Ele está pronto para a festa em que for convidado a dançar
Seja lá, quem for lhe interpretar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski