Eu tenho minha dor e vacuidade de verdade
Olho todos os fantasmas meus parceiros exceptuando tu que és minha componente
Como um olhar sempre ausente e presente
E sem vc o cominho é empedrado,
Sem Canteiros
Sem hidranjas, sem tulipas, sem papoilas vermelhas, ópio sonhado, sem belladonna
Campos, desoladora, destruidora
Não quero.
Nem ver as meninas.
Nem ter filhas
Ou respeitar filhos
Que não respeito nem Satã, tinhoso, ruindade no espelho,
Nem que se Julga caído, fdp como o declarante
Um tratante do bicho, um gestor de lixo,
Quem não existe assim,
Apenas no fundo de um outro assim
Como um defeito perfeito,
Uma distorção de mim.
Esse sim invocará a sua divina proteção,
Esse que caga em Deus é aquele temido
Aquele que querem ver destruido.
Chupa, chupa. Chupa.
Vem que não tem,
Só a minha força, dor louca que não tens como segurar,
Infantil deus ou demônio, eu aqui permaneci,
Após a morte de todos os demónios que vivi.
Após a decadência daqueles que manipulei e comi
Melhor dito devorei por tudo de mim venenoso que de boa fé dei.
Eu vos olho e encaro com alho e a mão nos quilhões,
O que vcs
Cabrões,
Tanto falam entre chouriços em aguardente
Eu sou essa coisa
Candente como mar ardente.
Aquele que consumirá a vossa ideia,
O que trará lider a essa desgarrada alcateia!
Olho todos os fantasmas meus parceiros exceptuando tu que és minha componente
Como um olhar sempre ausente e presente
E sem vc o cominho é empedrado,
Sem Canteiros
Sem hidranjas, sem tulipas, sem papoilas vermelhas, ópio sonhado, sem belladonna
Campos, desoladora, destruidora
Não quero.
Nem ver as meninas.
Nem ter filhas
Ou respeitar filhos
Que não respeito nem Satã, tinhoso, ruindade no espelho,
Nem que se Julga caído, fdp como o declarante
Um tratante do bicho, um gestor de lixo,
Quem não existe assim,
Apenas no fundo de um outro assim
Como um defeito perfeito,
Uma distorção de mim.
Esse sim invocará a sua divina proteção,
Esse que caga em Deus é aquele temido
Aquele que querem ver destruido.
Chupa, chupa. Chupa.
Vem que não tem,
Só a minha força, dor louca que não tens como segurar,
Infantil deus ou demônio, eu aqui permaneci,
Após a morte de todos os demónios que vivi.
Após a decadência daqueles que manipulei e comi
Melhor dito devorei por tudo de mim venenoso que de boa fé dei.
Eu vos olho e encaro com alho e a mão nos quilhões,
O que vcs
Cabrões,
Tanto falam entre chouriços em aguardente
Eu sou essa coisa
Candente como mar ardente.
Aquele que consumirá a vossa ideia,
O que trará lider a essa desgarrada alcateia!
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