diário eremita
Caminho no precário equilíbrio de não cair
E passar a estratosfera e morrer na espera.
Milagres, diário eremita, Saudita heterodoxo,
Um coxo não se define nas pernas,
Assim como os copos não têm pegas
E as canecas com vaquinhas todas quebradinhas
Remetem a reminiscência parasita
Para os undone do passado servido de prato rachado
Sempre repristinado, passado malvado, futuro desalento,
Instante momento
Um provento de sagacidade
Alusão como aluvião
Que desce o Volga da revolta do rebelde
A conformidade o medo e a cidade,
O campo, o céu os daffodils mils.
Campos, horizontes de salgueiros vergados
Restolhada imaginada que aqui não se faz nada
Recita-se a poesia do outros assassina-se a nossa,
Nado morto, verso torto,
E caminho sozinho sem dinheiro para comprar vinho, broa e azeitonas
E as gargalhadas ecoam
E as atitudes destoam
Os ditos findam na raiva da indiferença que é minha registada pertença
Condição de oponibilidade a terceiros
Oponho a certeza do meu amor,
Maior do que tudo o que me puderem opor
Amor sem objecto, à toa à espera do porto
Recorrentes caís demolidos, horizontes perdidos?
Sim e não, não voltem iguais, troquem-se com os demais
Que eu saí, piso o caminho das pedras, vereda do que te quebras.
Quando o verão chegar estarei invernal e descolorido.
Na rotação da galáxia, isso está decidido.
Se é uma outra falácia, não digo.
Pensem vcs, cabeças de bagre, batina de padre
Plenas de citações, vazias de amor excepto o amor normal.
Não tenho nada normal normalmente para amar
Estou no espectro de Asperger?
Neni, my specter is a ghost of the cosmic to nanoscale,
A real gale, do you inhale?
E passar a estratosfera e morrer na espera.
Milagres, diário eremita, Saudita heterodoxo,
Um coxo não se define nas pernas,
Assim como os copos não têm pegas
E as canecas com vaquinhas todas quebradinhas
Remetem a reminiscência parasita
Para os undone do passado servido de prato rachado
Sempre repristinado, passado malvado, futuro desalento,
Instante momento
Um provento de sagacidade
Alusão como aluvião
Que desce o Volga da revolta do rebelde
A conformidade o medo e a cidade,
O campo, o céu os daffodils mils.
Campos, horizontes de salgueiros vergados
Restolhada imaginada que aqui não se faz nada
Recita-se a poesia do outros assassina-se a nossa,
Nado morto, verso torto,
E caminho sozinho sem dinheiro para comprar vinho, broa e azeitonas
E as gargalhadas ecoam
E as atitudes destoam
Os ditos findam na raiva da indiferença que é minha registada pertença
Condição de oponibilidade a terceiros
Oponho a certeza do meu amor,
Maior do que tudo o que me puderem opor
Amor sem objecto, à toa à espera do porto
Recorrentes caís demolidos, horizontes perdidos?
Sim e não, não voltem iguais, troquem-se com os demais
Que eu saí, piso o caminho das pedras, vereda do que te quebras.
Quando o verão chegar estarei invernal e descolorido.
Na rotação da galáxia, isso está decidido.
Se é uma outra falácia, não digo.
Pensem vcs, cabeças de bagre, batina de padre
Plenas de citações, vazias de amor excepto o amor normal.
Não tenho nada normal normalmente para amar
Estou no espectro de Asperger?
Neni, my specter is a ghost of the cosmic to nanoscale,
A real gale, do you inhale?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*