PENSAR

Em um desatino pensar
Há inúmeras diferenças
Do que acordo, do que sonho
Sou eu mesma por aqui ou mais adiante
Sem ponderar, sem castrar
Sem duvidar da essência
Que me rouba os sentidos
Os ouvidos
Sempre a brotar
De um rimar, por vezes, estranho!
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