O perdão
Não te pedi perdão,
Tu deste-mo.
Não engoli o meu orgulho,
desta vez,
deste-mo à boca e fizeste-me saboreá-lo
até se tornar acre e insuportável.
Não pedi desculpa
esqueci-me de como fazê-lo,
ceguei, cegaste-me.
Não falámos do assunto
e agora vai ficar eternamente
na ferida do meu ego
aqueles dias em que nos esquecemos
de como eramos amigos
de como eramos um e apenas um.
Agora somos dois.
Em breve seremos um e meio.
Quando dermos por nós...
somos um e apenas um.
Tu deste-mo.
Não engoli o meu orgulho,
desta vez,
deste-mo à boca e fizeste-me saboreá-lo
até se tornar acre e insuportável.
Não pedi desculpa
esqueci-me de como fazê-lo,
ceguei, cegaste-me.
Não falámos do assunto
e agora vai ficar eternamente
na ferida do meu ego
aqueles dias em que nos esquecemos
de como eramos amigos
de como eramos um e apenas um.
Agora somos dois.
Em breve seremos um e meio.
Quando dermos por nós...
somos um e apenas um.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*