Medo de amanhã
Escorro nos medos do eu, em mim, sem fim,
Afundei na tristeza sem adeus sem meus
E não respiro nem receio sem Zeus
Jupiter, Hera e Agape, sinceramente, é asim,
Os deuses é que, impávidos, me carregam,
Paganismo, solipsismo, nihilismo, xintoismo,
Não pertenço, apenas escravizado, isolado
Vergado ao que näo sou nem pertenço,
Pusesse à mão de fora e acenaria com lenço
De alva estrutura, ajuda, socorro que eu morro...
O silêncio de pedra granítico se agita quieto.
Na imobilidade do pinguim Imperador perto do fim,
Na orla da borda, no FinisTerrae,
Oh ódio, ó tu me que que me mantêns,
Porque näo fazes tu finar-te como te afinal convém?
O além fora de alcance, a desprezar quem dance,
Excepto a dança da solidao, dançam os que lá estão,
Ignorado, ocultado, eu me migo, maldição amarga,
Sem resposta senão mesa posta em limão de azedume,
Bethune de isolamento, enterrado em vida inibida.
Só espero cesse a batida, pare a corrida,
Que, resiliente, insiste um músculo que bate
Bate, bate bate, vendaval, bate por mal,
Miserável que me arrastas pelos ténebres acordar,
Que os deuses se compadeçam e te façam finar.
Que os deuses se compadeçam e te façam finar.
Afundei na tristeza sem adeus sem meus
E não respiro nem receio sem Zeus
Jupiter, Hera e Agape, sinceramente, é asim,
Os deuses é que, impávidos, me carregam,
Paganismo, solipsismo, nihilismo, xintoismo,
Não pertenço, apenas escravizado, isolado
Vergado ao que näo sou nem pertenço,
Pusesse à mão de fora e acenaria com lenço
De alva estrutura, ajuda, socorro que eu morro...
O silêncio de pedra granítico se agita quieto.
Na imobilidade do pinguim Imperador perto do fim,
Na orla da borda, no FinisTerrae,
Oh ódio, ó tu me que que me mantêns,
Porque näo fazes tu finar-te como te afinal convém?
O além fora de alcance, a desprezar quem dance,
Excepto a dança da solidao, dançam os que lá estão,
Ignorado, ocultado, eu me migo, maldição amarga,
Sem resposta senão mesa posta em limão de azedume,
Bethune de isolamento, enterrado em vida inibida.
Só espero cesse a batida, pare a corrida,
Que, resiliente, insiste um músculo que bate
Bate, bate bate, vendaval, bate por mal,
Miserável que me arrastas pelos ténebres acordar,
Que os deuses se compadeçam e te façam finar.
Que os deuses se compadeçam e te façam finar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski