Estou a morrer.
Estou a morrer. Partindo de mim mesmo.
Minhas vísceras sentimentais foram arrancadas
E dentro do meu peito nada mais se movimenta,
A não ser essa saudade, que agora passeia por este vazio.
Clamo por um beijo, mas da voz apenas se ouve, um sussurro.
Imploro por um abraço, mas nem sequer as pálpebras se movem.
Mas para que preciso de um corpo, se meu amor transcende a matéria,
e sobreviverá dentro de meu imortal desejo...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*