Estou a morrer.
Estou a morrer. Partindo de mim mesmo.
Minhas vísceras sentimentais foram arrancadas
E dentro do meu peito nada mais se movimenta,
A não ser essa saudade, que agora passeia por este vazio.
Clamo por um beijo, mas da voz apenas se ouve, um sussurro.
Imploro por um abraço, mas nem sequer as pálpebras se movem.
Mas para que preciso de um corpo, se meu amor transcende a matéria,
e sobreviverá dentro de meu imortal desejo...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski