Não sei o nome
águas, ó águas de um mar além
do pôr do sol, ao pálido amanhecer
as águas do mar hei de trazer
pois é dito que não sou ninguém
a água do mar me faz refém
cheia de si, me faz parecer
um mero pedaço, fazendo sofrer
a pobre alma sofrida de algúem
sorrio,no controle do meu parecer
mas as águas me permitem perceber
a terrível resposta, eis um porém
das águas, nada posso ter
pois não é me permitido ver
a tragédia vinda de aquém
do pôr do sol, ao pálido amanhecer
as águas do mar hei de trazer
pois é dito que não sou ninguém
a água do mar me faz refém
cheia de si, me faz parecer
um mero pedaço, fazendo sofrer
a pobre alma sofrida de algúem
sorrio,no controle do meu parecer
mas as águas me permitem perceber
a terrível resposta, eis um porém
das águas, nada posso ter
pois não é me permitido ver
a tragédia vinda de aquém
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