PELA LUZ O PERDÃO

Um olhar para o infinito, o que vejo eu acredito, noutro olhar já não repito, pois ficou tudo a quesito. Uma mão com uma vela acesa, um filho, o pai, a mãe, o juiz a tutela e uma mesa. Uma vara para correção, em meus olhos aflição. Nem o pai, nem a mãe sabem o que fazer, o juiz e a lei, não o podem prender, a tutela e a vara de correção, se inclinam ante uma vela acesa na mão. Que chama os pais para a arguição, sob a tutela da vara de correção, fazendo o filho recorrer ao perdão. Quem vos ensinou, antes mostrou o caminho, vos desviou da prisão. Agora deixastes o filho andando na contramão, tenho uma vela acesa na mão, ela é luz e não estará debaixo da mesa, ela traz o perdão, mas também aplica correção. O juiz é justo, a lei é fria, a punição é humana, a condenação é espúria. O perdão é dado, se sobrepõe ao pecado, o filho é resgatado. Outro olhar no infinito, agora vejo o veredito, a vela acesa é um fogo tão descrito, pai e mãe admoestados, por seu filho tutelados, nenhum deles são culpados. O juiz, a lei e a pena, em cima da mesa um processo condena. A vela acesa na mão, a vara de correção, o filho e os pais em questão, não mais se aplica nenhuma punição, pois a luz mostrou a razão, se é dado o perdão, apaga-se a condenação.

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