A CURA QUE PERDI
Teus olhos são santos, tu és a cura que perdi, e a doença incurável que me acometeu, teu coração é puro, teus seios são dois montes fortes que o protegem. O teu amor é o remédio que eu nunca poderei comprar. Teus passos são firmes e sempre endireitavam os meus caminhos. Tuas palavras são doces, pois teus lábios destilavam favos de mel, minhas amarguras, elas nunca prevaleceram. Teu sorriso é um sol nascente em dias de algidez humana. Me vejo sem tudo isto agora, me procuro em cantos de desolados, e me encontro preso sem direção. Agora não me suporto, pois covardemente desprezei a sorte, para viver e morrer num deserto castelo de areia, sedento e doente de amor.
Erimar Santos.
Erimar Santos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski