Silêncio em su sítio

Em su sítio o silêncio depura cada sentido
Dormita no enclave das nossas cumplicidades
Cronometrando o tempo trajado de efemeridades
Em su sitio a solidão quase frívola e eluvial
Desagua qual aguaceiro primordial, regando a Terra
Que sôfrega se embebeda de beijos tão torrenciais
Em su sitio cada palavra recobra os sentidos de
Uma estrofe inspirada e sem tutorial, deixando a
Choramingar um lamento absurdamente confidencial
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
MAIS UMA PARA VOCÊ
Já nem sei quantos poemas Passei noites a escrever, Todos eles de amor, Pensando em você. Escrevo mais esse, E outros ainda virão, O meu…
Celso Ciampi
Relatividade
cumprindo a saga de dizer-se quando o tempo vacila ao dizer-se onde o tempo desanda quando viajante finge-se de perto quando longe quando…
AurelioAquino
A nossa pele
Toco-te a medo
Pelo olhar
A pele que nos une
Para que nesse interlúdio
O silêncio nos seja memória
Honoré DuCasse
o melhor para hoje
Se a rosa do povo deserta de sua atenção, aflita por tantas teses, melhor seria meter as mãos pelos pés, e o absurdo cedesse de vez a out…
Darlan de Matos Cunha