Equestre silêncio

Sobre as crinas da solidão cavalga
Este silêncio cordialmente fogoso
Galopa, galopa ansioso, até se
Perder juntinho ao poente tão grandioso
Na sela das emoções fascinantes relincha
Uma ilusão assustadoramente admirável
Lidera a cavalaria de valentes potros
Cavalgando um equestre sonho insaciável
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A nossa pele
Toco-te a medo
Pelo olhar
A pele que nos une
Para que nesse interlúdio
O silêncio nos seja memória
Honoré DuCasse
o melhor para hoje
Se a rosa do povo deserta de sua atenção, aflita por tantas teses, melhor seria meter as mãos pelos pés, e o absurdo cedesse de vez a out…
Darlan de Matos Cunha
NÃO SEI SE ESTOU GORDA OU INCHADA
Não sei se estou gorda ou inchada, Ou se a balança me iludiu, Mas quando sou por ti olhada, Todo esse medo se diluiu.
O espelh…
Maria Antonieta Matos
As Estrelas da Bandeira Nacional
O céu noturno de quando foi assinado
o decreto da nossa Bandeira Nacional,
foi desenhado com exatidão e esmero
como no próprio H…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski