Querida Adriana,
Avassalado por eu, o mim,
Que nunca,
Nunca terei por espelho,
Esse teu travestido teu.
Pois não sou eu, nem o outro,
Que ombreira e mora
Naquele intermedio, pressurizado,
peito de pretenso tédio…
Nem ponte, intermedio,nem adaptação.
Sim, uma frontal emoção,
Dimensão do que te escapa
E te atrapa na pequenez
desse
teu vão esforço,
Que recocheteia na forma
Do meu indomitável dorso.
O Homem das costas largas.
Nem trabalhadora nas Letras,
Uma alienada pra Tim Prim,
Cuja plagimagética morra,
Como falecem,
Frágeis, os ramos dos salgueiros,
Com morrem para mim,
Cada día os ramos dele pra Tim,
O mim.
Foda-se, Calcanhoto,
Hoje és, mero, o meu moto.
E meu respeito
Ombreia
Com o Infindo,
Inquebrantável,
Inegável despeito,
Do meu
Pai
Em teu proveito
Ou da arte, que espreito,
E de tudo, afinal, feito.
Tu que vens da Ira do Sudeste,
Agradeço a melodia que me deste.
Que nunca,
Nunca terei por espelho,
Esse teu travestido teu.
Pois não sou eu, nem o outro,
Que ombreira e mora
Naquele intermedio, pressurizado,
peito de pretenso tédio…
Nem ponte, intermedio,nem adaptação.
Sim, uma frontal emoção,
Dimensão do que te escapa
E te atrapa na pequenez
desse
teu vão esforço,
Que recocheteia na forma
Do meu indomitável dorso.
O Homem das costas largas.
Nem trabalhadora nas Letras,
Uma alienada pra Tim Prim,
Cuja plagimagética morra,
Como falecem,
Frágeis, os ramos dos salgueiros,
Com morrem para mim,
Cada día os ramos dele pra Tim,
O mim.
Foda-se, Calcanhoto,
Hoje és, mero, o meu moto.
E meu respeito
Ombreia
Com o Infindo,
Inquebrantável,
Inegável despeito,
Do meu
Pai
Em teu proveito
Ou da arte, que espreito,
E de tudo, afinal, feito.
Tu que vens da Ira do Sudeste,
Agradeço a melodia que me deste.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski