vivo na solidão árdua
de uma constante poesia
vivo em amargos gostos
de ácidos venenos que matam

um poema a escrever-se
sou um portador de doces linhas
de maravilhas e talvez
prazerosos momentos

ressurjo e abro-me
por inteiro
torno-me novo
sem ácidos ou doces gostos
mas simplesmente eu
simplesmente quem sou

09/09/2019
137 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.