Horas tóxicas envenenam cada ano que se esvai lentamente
Reencontram tantos centésimos segundos que fenecem
Dilacerados por um lamento…assim tão indubitavelmente

Contrita a manhã espezinha os últimos ecos que se
Reerguem além no paredão das solidões diligentes
Mesmo antes do tempo regurgitar seus ais tão dissidentes

Frederico de Castro
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