Uma parte de mim
Sinto sua falta
Já não a sinto tão boa
Já não a sinto tão alta
Por um deslize te perdi
Em meio ao caos, chorei
Em tiras, reparti
E um pouco mais cortei
Não consigo mais falar,
Ainda que tanto amei
Não consigo mais cantar
Ainda que tanto tentei
A pior das mortes é a que vivo
Meio viva, viva-morta
Não sei mais se consigo
Ainda te espero na porta
Já não a sinto tão boa
Já não a sinto tão alta
Por um deslize te perdi
Em meio ao caos, chorei
Em tiras, reparti
E um pouco mais cortei
Não consigo mais falar,
Ainda que tanto amei
Não consigo mais cantar
Ainda que tanto tentei
A pior das mortes é a que vivo
Meio viva, viva-morta
Não sei mais se consigo
Ainda te espero na porta
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*