A dor que conforta
Ah queridos amores perdidos
Pedaços de sentimentos que não mais me pertencem
Meu cérebro me engana
Me faz me sentir como se eu precisasse de um novo
Me faz esquecer de minhas angústias
Fingirei não me recordar de minhas lágrimas no travesseiro
Não mais existem
Mas deixaram rastros
São como ácido em meu peito
O usarei a meu favor sobre você
Aprendendo a amar a dor
Querendo possuir uma nova preocupação
E quando finalmente a tenho
Uso o veneno de minhas palavras para lhe afastar
Até não sobrar mais ninguém em meu peito novamente
E novas lágrimas em meus olhos
Toda madrugada.
Pedaços de sentimentos que não mais me pertencem
Meu cérebro me engana
Me faz me sentir como se eu precisasse de um novo
Me faz esquecer de minhas angústias
Fingirei não me recordar de minhas lágrimas no travesseiro
Não mais existem
Mas deixaram rastros
São como ácido em meu peito
O usarei a meu favor sobre você
Aprendendo a amar a dor
Querendo possuir uma nova preocupação
E quando finalmente a tenho
Uso o veneno de minhas palavras para lhe afastar
Até não sobrar mais ninguém em meu peito novamente
E novas lágrimas em meus olhos
Toda madrugada.
Comentários (2)
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2019-12-16
https://youtu.be/n9VVcg7_408 Navegar é preciso, até ao fim do amor...que se renova.
2019-12-16
Chorar é bom, por uma melodia, um apoesia, o resto nâo vale a pena, e essas histórias do modernismo sâo ante do Mario Sá carneiro tomar estricnina...eu nâo sou eu nem o outro, apenas um ponto intermédio, pilar da ponte de tédio que vai de mim para o outro. O meu pai, morreu e está alegremente numa caixa de madeira num bonito jazigo em Agramonte...chora com a beleza do mundo...há tanto que suscita as lágrimas e nâo é veneno...bjs
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