No poder da idade, na virilidade.
Falecida e Andrea, inominada, assentava nos vossos ombros
Como um monumento que se ergue dos escombros,
Que lêda felicidade viajar nos possantes manguitos rotadores
Sem dores,
Só palavras de simpatia, calados amores.
Sim, é claro que nos amávamos, não só nós mas outros,
E os nossos amores conviviam,
E as lágrimas coartadas do teu lindo namorado,
Sabendo como a parada andava,
Ainda assim me beijava e abraçava.
Saímos e ele era mais do que tu merecias, uma joia.
Espero que não esteja morto, disposto.
Tão belo e agradável jovem, tenra idade
No poder da idade, na virilidade.
E se perguntei… porquê ele?
Tu disseste: é que ele faz bem e tanto tempo…
E a verdade é maior que o mar e tu a gozar,
Amiga, adorei teu namorado,
E se se passou aqui sobrou quem o tem no coração
E vai cantar uma canção à sua família
Da beleza e da emoção do vosso par
Bem fora do normal padrão.
Cariocas da baixada, sangue bom.
Como um monumento que se ergue dos escombros,
Que lêda felicidade viajar nos possantes manguitos rotadores
Sem dores,
Só palavras de simpatia, calados amores.
Sim, é claro que nos amávamos, não só nós mas outros,
E os nossos amores conviviam,
E as lágrimas coartadas do teu lindo namorado,
Sabendo como a parada andava,
Ainda assim me beijava e abraçava.
Saímos e ele era mais do que tu merecias, uma joia.
Espero que não esteja morto, disposto.
Tão belo e agradável jovem, tenra idade
No poder da idade, na virilidade.
E se perguntei… porquê ele?
Tu disseste: é que ele faz bem e tanto tempo…
E a verdade é maior que o mar e tu a gozar,
Amiga, adorei teu namorado,
E se se passou aqui sobrou quem o tem no coração
E vai cantar uma canção à sua família
Da beleza e da emoção do vosso par
Bem fora do normal padrão.
Cariocas da baixada, sangue bom.
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