Um Mundo Só Meu!
Sirvo-me de uma fonte imaginária que nunca seca...
Transborda de ideias fluídas que liberto ao imaginar,
São gotas num mar de chuva, de água limpa e água turva,
Que me eleva a um patamar mais alto…
Se sonho, escrevo ou desenho, se sinto, rio ou choro,
Se emito uma respiração vibrante reluzente em cada poro,
Então orgulho-me, feliz como ao encontro de um tesouro,
Num dia preenchido pelo crocitar do corvo.
É quando atingi uma paz de espírito que nem o vácuo suporta,
Como navegar no ondular de uma onda morta...
Imagino, penso, crio, faço num imenso denso frio,
Pois a minha mente quente, é lareira para este frio.
Sou observadora atenta, questiono tudo o que é físico,
Sou estrela fantasista, num mundo de encantar,
Então a fonte imaginária nunca seca...
Nunca morre à nascença, nem se expira de velhice, é eterna,
Transcendente ao próprio tempo...
Como pão para a pobreza, que serve de alimento.
Teço simples teias na complexidade da mente,
E vejo-as florescer num jardim incandescente,
Um jardim de ideias, para sempre...
Transborda de ideias fluídas que liberto ao imaginar,
São gotas num mar de chuva, de água limpa e água turva,
Que me eleva a um patamar mais alto…
Se sonho, escrevo ou desenho, se sinto, rio ou choro,
Se emito uma respiração vibrante reluzente em cada poro,
Então orgulho-me, feliz como ao encontro de um tesouro,
Num dia preenchido pelo crocitar do corvo.
É quando atingi uma paz de espírito que nem o vácuo suporta,
Como navegar no ondular de uma onda morta...
Imagino, penso, crio, faço num imenso denso frio,
Pois a minha mente quente, é lareira para este frio.
Sou observadora atenta, questiono tudo o que é físico,
Sou estrela fantasista, num mundo de encantar,
Então a fonte imaginária nunca seca...
Nunca morre à nascença, nem se expira de velhice, é eterna,
Transcendente ao próprio tempo...
Como pão para a pobreza, que serve de alimento.
Teço simples teias na complexidade da mente,
E vejo-as florescer num jardim incandescente,
Um jardim de ideias, para sempre...
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