Conseguida é a vida
Só vejo brilho no teu olhar, senhora
Quando maquinas e mentes, Influencias,
Somente sinto a tua satisfação, senhora
No prazer de iludir, controlar, tuas falências
Sempre quis que fosses gente,
Sempre te tratei mal como as tuas perfídias
E és incapaz de ouvir a verdade
Hoje és o iludir na idade
No volume do aparelho,
No esqueci
Não ouvi
Eu sempre te quis e queri
E hoje sonho num acordar
Em que realmente te esqueci
Ó senhora que há tanto que perdi,
E o mais que me falta és tu, afogada em ódio
Inconsciente a si mesma,
Prosseguindo na mesma
Para além de um braço,
Presa num olhar baço
Que apenas reluz na tristeza a que me conduz
Na mesquinha arte de enganar e tirar ainda que dando
Num espírito partido pelo génio e propósito querido.
A senhora que me quiçá me pariu,
Que não é uma vaca para dar de mamar
Que não aceita amar sem dominar,
Ainda que seja no discricionário desiderato
Eu aponto e mando, esse é o trato.
Comprou a certeza com o esforço,
E nunca nunca admite que lhe dói o torço,
Uma criança decidida numa vida conseguida.
Por quem os sinos da torre dobram.
Por quem os mendigos da torn tree
E os amores perfeito crescem, amolecem,
As violetas extravasam das prisões,
E os cânticos se entoam em violões.
Eu não repico no sino, não vejo destino.
Conto e canto um entretanto
Um que me enche de espanto,
Sem espaço para amar,
Um espanto em observar
Na epopeica certeza do que fica para contar.
Olho e vejo, presencio, sinto frio, olho incrédulo....
Quando maquinas e mentes, Influencias,
Somente sinto a tua satisfação, senhora
No prazer de iludir, controlar, tuas falências
Sempre quis que fosses gente,
Sempre te tratei mal como as tuas perfídias
E és incapaz de ouvir a verdade
Hoje és o iludir na idade
No volume do aparelho,
No esqueci
Não ouvi
Eu sempre te quis e queri
E hoje sonho num acordar
Em que realmente te esqueci
Ó senhora que há tanto que perdi,
E o mais que me falta és tu, afogada em ódio
Inconsciente a si mesma,
Prosseguindo na mesma
Para além de um braço,
Presa num olhar baço
Que apenas reluz na tristeza a que me conduz
Na mesquinha arte de enganar e tirar ainda que dando
Num espírito partido pelo génio e propósito querido.
A senhora que me quiçá me pariu,
Que não é uma vaca para dar de mamar
Que não aceita amar sem dominar,
Ainda que seja no discricionário desiderato
Eu aponto e mando, esse é o trato.
Comprou a certeza com o esforço,
E nunca nunca admite que lhe dói o torço,
Uma criança decidida numa vida conseguida.
Por quem os sinos da torre dobram.
Por quem os mendigos da torn tree
E os amores perfeito crescem, amolecem,
As violetas extravasam das prisões,
E os cânticos se entoam em violões.
Eu não repico no sino, não vejo destino.
Conto e canto um entretanto
Um que me enche de espanto,
Sem espaço para amar,
Um espanto em observar
Na epopeica certeza do que fica para contar.
Olho e vejo, presencio, sinto frio, olho incrédulo....
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