BREVE
Na sumária manhã
Boa parte das pálpebras se abre com o sol
Desperta mesmo quem mantem cerradas as janelas
São os compromissos do organismo
Em naturalmente recompor movimentos
Sair do mérito horizontal
Encarar de olhos abertos as luzes do mundo
Eu ainda no breu do ventre
Piso o chão à espera do dia
Não por temer que não venha ou clareie
E sim por reconhecer
Que adentre meu vagabundo sonho
Acostume complacente descompor-se em endemia
E me fazer dormir eternamente
Nesse dia leve
Nada de mim mais restará poemas
Unicamente a fantasia de que fora um sono breve
Boa parte das pálpebras se abre com o sol
Desperta mesmo quem mantem cerradas as janelas
São os compromissos do organismo
Em naturalmente recompor movimentos
Sair do mérito horizontal
Encarar de olhos abertos as luzes do mundo
Eu ainda no breu do ventre
Piso o chão à espera do dia
Não por temer que não venha ou clareie
E sim por reconhecer
Que adentre meu vagabundo sonho
Acostume complacente descompor-se em endemia
E me fazer dormir eternamente
Nesse dia leve
Nada de mim mais restará poemas
Unicamente a fantasia de que fora um sono breve
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski