O silêncio do inexistente
O silêncio do inexistente
O Universo: obra da genialidade natural
Desmedido é o tempo
Impossível alcançar a ideia quando se pensa pequeno.
E piora, se formos dogmatizados
Com essa necessidade de confiar num criador
Deixando de lado a investigação.
O conhecimento é fundamental
Desconstrói paradigmas antigos
Incomodando todas as mentes preguiçosas.
Minha oração é contemplar o tudo
Exorcizando crenças, mitos já vencidos
Limpando da consciência a fé infrutífera.
O Universo é a realidade observável
Religiões são historietas projetadas
Para domínio das massas.
Ouça!
São gemidos da agonia
Do Deus homem fictício.
O homem é a causa em si mesmo
É uma criança em pânico na imensidão deste universo
Que se assusta querendo entender, tudo a sua volta, sem se comprometer com uma busca séria e profunda.
Pela ação desse deus inexistente Elaborado pela sociedade antiga Sustentada com poder bélico de governos tão desumanos.
Já teríamos deixado de existir
Isso, se o milagre científico e tecnológico
Não nos desse outro rumo.
Carlos de Campos 🛰
O Universo: obra da genialidade natural
Desmedido é o tempo
Impossível alcançar a ideia quando se pensa pequeno.
E piora, se formos dogmatizados
Com essa necessidade de confiar num criador
Deixando de lado a investigação.
O conhecimento é fundamental
Desconstrói paradigmas antigos
Incomodando todas as mentes preguiçosas.
Minha oração é contemplar o tudo
Exorcizando crenças, mitos já vencidos
Limpando da consciência a fé infrutífera.
O Universo é a realidade observável
Religiões são historietas projetadas
Para domínio das massas.
Ouça!
São gemidos da agonia
Do Deus homem fictício.
O homem é a causa em si mesmo
É uma criança em pânico na imensidão deste universo
Que se assusta querendo entender, tudo a sua volta, sem se comprometer com uma busca séria e profunda.
Pela ação desse deus inexistente Elaborado pela sociedade antiga Sustentada com poder bélico de governos tão desumanos.
Já teríamos deixado de existir
Isso, se o milagre científico e tecnológico
Não nos desse outro rumo.
Carlos de Campos 🛰
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