O porque de ser assim
Terei de aceitar
A vida e a morte
Em meu dia mais miserável
Entregar-me a sorte
Pois ao menos posso queixarme
Meu lamento incoerente
Entendem por charme
Pois vos digo
Minha fome não é de carne
Minha dor não é braço
É saudade do calor
De gente de verdade
Da vida que ardeu certa tarde
Sairei eu desse inverno gélido?
Não sei, sei apenas que
Não é preciso morrer
Para conhecer o inferno.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski