Aninha
E ai, Ana ficou mocinha
Passa batom, mancha a calcinha
Cala a boca, vai pra cozinha
Fecha as pernas, e só abre de véu e grinalda
Não chame atenção, não seja deslechada
Mas que difícil ser mulher. Que nada
Não pensa de mais, mulher sabida é cilada
É vagabunda e mal amada
Agora bem crescida
O povo fofoca quando anda
Olhar firme, batom vermelho, pouca roupa
Satisfeita bem morada
Sim, ela é a vagabunda mal amada.
Passa batom, mancha a calcinha
Cala a boca, vai pra cozinha
Fecha as pernas, e só abre de véu e grinalda
Não chame atenção, não seja deslechada
Mas que difícil ser mulher. Que nada
Não pensa de mais, mulher sabida é cilada
É vagabunda e mal amada
Agora bem crescida
O povo fofoca quando anda
Olhar firme, batom vermelho, pouca roupa
Satisfeita bem morada
Sim, ela é a vagabunda mal amada.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*