De onde?
De onde esperas que venha a razão?
Da sua pretensa sabedoria ou de sua vã loucura?
Não vês que o louco pode ser apenas um sábio incompreendido?
E a razão ser nada mais do que uma simples conveniência?
Não espere que sigam suas setas,
Não imagine que suas palavras convencerão.
Não acredite no alcance de seus exemplos
Não confie apenas no poder de suas mãos.
Cada um é único.
Para não ser só, é preciso sempre ceder .
E quando cedemos, desprezamos as nossas razões,
Para valorizarmos o nosso bem estar.
Será isso um pouco de loucura?
De onde esperas que venha a razão?
Da sua pretensa sabedoria ou de sua vã loucura?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*