Ao eterno Luiz Vieira
É tarde, já vou indo, preciso ir embora...
Não... é cedo ainda... Fique mais. Fique para sempre.
Aprendi a voar, como fosse um menino-passarinho,
Procurando abrigo no calor do carinho de sua poesia...
Na melodia de sua musicalidade.
Nessa beleza imensa, continue a ser a recompensa,
De ver o mundo comemorando um amor sem fim.
Em alguma nuvem calma, na paz do céu de sua alma,
Não deixe de esparzir sobre nós toda ternura de seus versos.
Em cada estrela matutina em que se deslumbre esse mundo encantador,
Que em um parto de ternura, na essência de uma lágrima pura,
Encontremos a paz do seu amor...
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