EUGENIO
Não sei quanto tempo ainda tenho e se disse e fiz tudo o que poderia,
Nem mesmo penso estar pronto para seguir sem segurar suas mãos,
Inevitável é que o dia virá, posso senti-lo, também procuro ficar calmo,
Como fiquei assim que vi você pela primeira vez, minha melhor visão.
Foram tantas lições que espero aprendidas, feita de gestos, palavras,
Estradas que cruzamos confiantes, de que juntos, seríamos vitoriosos
Como agora nos sentimos e rimos, relembrando os perrengues, afins,
Limiar da maior aventura e, que ainda reserva outros tantos capítulos.
Gratidão basta para expressar o sentimento de estar nesta celebração,
Onde a realização se mede em silêncio, o mesmo que se torna diálogo
No dialeto de quem tem laços profundos se percebidos pela respiração,
Eufórico coração, tão cercado de cuidados, onde seu nome foi gravado.
Do suor que trouxe o pão, aprendi a melhor lição e ela quis disseminar,
Perpetuando nela o legado, o nome que para mim é santo, consagrado,
Por ele fui abençoado e agraciado, que trago e, outorgo como herança,
O amor de quem sempre foi mais filho do que pai, porque pai, só você!
Nem mesmo penso estar pronto para seguir sem segurar suas mãos,
Inevitável é que o dia virá, posso senti-lo, também procuro ficar calmo,
Como fiquei assim que vi você pela primeira vez, minha melhor visão.
Foram tantas lições que espero aprendidas, feita de gestos, palavras,
Estradas que cruzamos confiantes, de que juntos, seríamos vitoriosos
Como agora nos sentimos e rimos, relembrando os perrengues, afins,
Limiar da maior aventura e, que ainda reserva outros tantos capítulos.
Gratidão basta para expressar o sentimento de estar nesta celebração,
Onde a realização se mede em silêncio, o mesmo que se torna diálogo
No dialeto de quem tem laços profundos se percebidos pela respiração,
Eufórico coração, tão cercado de cuidados, onde seu nome foi gravado.
Do suor que trouxe o pão, aprendi a melhor lição e ela quis disseminar,
Perpetuando nela o legado, o nome que para mim é santo, consagrado,
Por ele fui abençoado e agraciado, que trago e, outorgo como herança,
O amor de quem sempre foi mais filho do que pai, porque pai, só você!
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