Por um sinal

Presa novamente
Esquecida
Só, dormente
Sem vida

Encarcerada em minha própria solidão
Em garras de um medo constante 
Com vozes e emoção
Provindas de um futuro distante

Me perco
Aguardando sem ficar
Procurando sem saber
Flutuando sem passar
Vigiando sem ver

Sem nada a me esquecer
Sem rua ou lugar
Nada a se perceber
Apenas a se encontrar
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