ALVORADAS SEM FIM
ALVORADAS SEM FIM
Tocam em mim os sons mágicos
Das alvoradas sem fim
Os toques de todos os sinos
Que deslizam pelos nossos corpos
Mantidos em segredo
Desesperadamente lutam
Por um toque arrebatado
E se perdem em corpos azedos, amargurados
Não libertam sua musica aí refugiada
Nas paredes de barro retocada
E com sentido se despem
De todos os preconceitos
A música me enche os ouvidos
E em tão serena melodia
A paz me é devolvida
Neste final de tarde
Cheira a ramos de flores silvestres
Libertando toda a sua melancolia
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