Maldita a forma que me enforma!
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*