Sopra sopro
Maldita a forma que me enforma!
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
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