Era incerta II

A peste que investe e silencia
causa dano humano
e não se avalia ,
a pele de ovelha
que nunca aquece a maioria
e para o lobo
só importa a carne
com sangue e quente ainda ,
a plebe da cidade
que não se anima nem tanto
com o foguetório
impróprio ao meio dia ,
viver não deve ser
um poema sem rima ,
nem todo choro
tem alegria,
nem toda alegria
é alegria ,
nem toda simpatia
é amiga ,
todo mundo aproveita a vida,
mas eu já perdi um tanto dela
e não desisti da minha infância ainda
por ser adulto ,
num estado de melancolia,
fantasia em pais de duendes
numa nação de doentes ,
de atenção de super heróis
aos mais carentes.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*