Nessa folha em branco me parece estar escrito
Qualquer coisa que eu estivesse a fim de ler
Mas no momento quando eu olho pela janela
Infelizmente tudo que vejo
É o fim do mundo- olhem para a China!
Eu sou o vetor da destruição
O velho, o novo, o passado, o futuro
Não
O futuro não me pertence, pois lá não chegarei
olhem para MIM!
Castrados e marcados na cara com ferro quente
O escravo ocidental chora a perda do nome e da propriamente dita
ação
Eu vi...
Garotas suecas correndo histéricas nuas pelas ruas de Estocolmo tremendo de medo
pois sabem que estão prestes a serem violentadas- olhem para a América
Lá está o rei inglês implorando perdão para Deus
Uma cidade contaminada com dengue, malária e febre amarela

Meu Deus, enquanto eu ando por essas ruas,
Ando como se fossem minhas, as ruas que eu ando,
O Sol bate nas minhas costas
E minha sombra ilumina meu caminho

Ando questionando essa minha pontualidade
A chuva sempre começa
No instante que eu ponho os pés em casa
Me sinto insignificante
Indigno até
De me molhar
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