AJUDE-ME
Enquanto a dor morde lá dentro
sou apenas mais uma pessoa comum
perdida no eco vazio e sombrio
de milhares de pessoas
Estou caíndo e não posso
segurar com minhas mãos
sou um átomo jogado, reciclado
Sempre, onde começa a vida,
começa a dor
e o cheiro da morte
Onde está aquele anjo?
Onde estou?
Já não posso ver nem ouvir
Estou fazendo parte dessa escória
a que todos pertencem
Matéria!
ANO: 1997
sou apenas mais uma pessoa comum
perdida no eco vazio e sombrio
de milhares de pessoas
Estou caíndo e não posso
segurar com minhas mãos
sou um átomo jogado, reciclado
Sempre, onde começa a vida,
começa a dor
e o cheiro da morte
Onde está aquele anjo?
Onde estou?
Já não posso ver nem ouvir
Estou fazendo parte dessa escória
a que todos pertencem
Matéria!
ANO: 1997
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*